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O CONTADOR
Desde: 08/06/2001      Publicadas: 35      Atualização: 26/06/2001

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 Contabilidade

  19/06/2001
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História da Contabilidade

A HISTÓRIA DA CONTABILIDADE por Iraildo José Lopes de Moura.
http://www.iraildo.cjb.net
Ensaio monográfico, elaborado para a matéria de Métodos e Técnicas de Pesquisas, do Curso de Bacharelado em Ciências Contábeis do Instituto de Ensino Superior Unyahna Salvador – IESUS

CAPITULO I

1.1 - CONHECIMENTO CONTÁBIL

Segundo o professor Lopes de Sá, no seu livro de Introdução à Ciência da Contabilidade ( págs 9 à 17 ) A contabilidade é um dos ramos do conhecimento humano. Há mais de 2.500 anos os seres humanos buscam, de forma consciente, CONHECER A ESSÊNCIA DAS COISAS.
A contabilidade sempre buscou conhecer o que se passa com o patrimônio ou riqueza dos seres humanos.
A história Contábil, em seus mais de 8.000 anos, teve fases distintas de evolução, de acordo com etapas de progresso do conhecimento específico sobre a riqueza das instituições e empresas ( aziendas ou entidades ).
No campo contábil há um prodigioso acervo de conhecimento a serem utilizados ( nossa literatura inicia-se em 1494, mas nosso saber tem raízes milenares, conforme provam os estudos de arqueologia contábil, relativos às escritas de Custos nas Panificadoras de Menfis, as tábuas da Suméria, as lápides de Creta etc. )
Nossas “correntes doutrinárias de pensamento”, formadas a partir de 1840, são distintas, cedendo acervos memoráveis de conhecimentos, através das obras de Villa, Cerboni, Besta, Zappa, Masi, Amaduzzi, Onida, Ceccherelli, Rossi, etc.


CAPITULO II

2.1 - HISTÓRIA DA CONTABILIDADE

Na antigüidade já existiam as trocas de bens e serviços e registros sobre os fatos, os impostos já se faziam com escritas de forma rudimentar em tabletes de barro cozido e placas de madeira ou pedra, para registrar os pagamentos de serviços. Empregavam-se também ramos de árvores assinaladas com talhos como provas de dívida ou de quitação. Esses métodos de escrituração foram empregados até o aparecimento do papiro e do cálamo ( pena de escrever ), facilitando o registro das informações dos negócios e o homem cada vez mais sentindo a necessidade de preservar seus bens, foi desenvolvendo técnicas menos rudimentar para controlar seus rebanhos.
A contabilidade do mundo medieval, apareceu em 1494, quando o frei Lucas Paccioli, enfatizou o a teoria das partidas dobradas do débito e do crédito, correspondente a números positivos e números negativos, contribuindo para inserir a contabilidade entre os ramos do conhecimento humano.
A contabilidade pelo homem primitivo já tinha como objetivo o patrimônio, representado pelos bens adquiridos da natureza, contabilizando de forma rudimentar, na sua cabeça os rebanhos e outros, até encontrar forma mais eficientes para processar seus registros, , através dos desenhos e gravações nas cavernas, que representavam as espécies adquiridas. Nas tábuas de argilas gravavam-se as caras dos animais que se queriam controlar e o número correspondentes às cabeças existentes.
Assim, foi surgindo o inventário, classificados pelos rebanhos, metais, escravos, etc. A palavra conta passou designar o agrupamento das espécies.
As primeiras escritas contábeis surgiram ainda na Era da Pedra Polida já se estabelecia o confronto entre o débito e o crédito.
Os Egípcios legaram um riquíssimo acervo aos historiadores da Contabilidade, As “Partidas do Diário” já registravam contas, tais como: “ Contas de Pagamento de Escravos”; “Contas de Vendas Diárias” e “ Conta Sintética Mensal dos Tributos Diversos”. Além das moedas que já utilizavam, cunhadas em ouro e prata, era a adoção, de maneira prática para o Denominador Comum Monetário.
Depois vieram os Gregos, baseando nos Egípcios, para escriturarem as Contas de Custos e Receitas, procedendo anualmente, a uma confrontação dos Saldos.
Em 1202 na Itália, estudavam-se técnicas matemáticas, pesos e medidas, cambio, tornando o homem mais evoluído em conhecimentos comerciais e financeiros.
Foi um período muito importante na história da Contabilidade denominada “ Era Técnica”, devido as grandes invenções, como moinho de vento, aperfeiçoamento da bússola, a industria artesanal se proliferou com o surgimento de novas técnicas no sistema de mineração, incrementou-se o comércio exterior, surgindo como conseqüência o livro-caixa, para receber registros de pagamentos e recebimentos em dinheiro, utilizando de forma rudimentar o crédito e o debito , oriundos das relações entre direito e obrigações, referindo-se inicialmente a pessoas.
A Contabilidade foi crescendo em conseqüência das necessidades geradas com o surgimento do capitalismo no século XII e XIII, quando o trabalho escravo deu lugar ao trabalho assalariado, tornando os registros mais complexos, quando finalmente no final do século XIII apareceu a conta “capital” .
Com o método das partidas dobradas, surgido na Itália, implicou o aparecimento e adoção de outros livros que tornassem mais analítica a Contabilidade, surgindo então o Livro da Contabilidade de Custos.
No inicio do século XIV surgiram os registros de custos comerciais e industriais, custo de aquisição, custo de transporte e dos tributos, juros sobre capital.
A partir de 1517 começa a fase moderna da Contabilidade com o aparecimento do inventário e como faze-lo, surgiram também os livros mercantis: Diário, razão e sobre a autenticação deles; livros sobre registros de operações: aquisição, permuta, sociedade, etc.; sobre contas em geral: como abrir e como encerrar, contas de armazenamento, lucros e perdas, sobre arquivamento de contas e documentos.
O século XVII, ficou conhecida como o berço da “Era Cientifica”; Pacal já tinha inventado a calculadora, a Contabilidade chegou nas Universidades, o que no Brasil, pois, até então só era lecionada com a aula de comércio da corte, em 1809.
Francisco Villa, italiano da Cidade de Lombardia, , extrapolou os conceitos tradicionais sobre a Contabilidade, , para participar de um concurso promovido pelo governo da Áustria, além do prêmio, teve também o cargo de professor Universitário, segundo os quais a escrituração e a guarda dos livros poderiam ser feitos por qualquer pessoa inteligente. Para ele a Contabilidade implicava em conhecer a natureza, os detalhes, as normas, as leis e as práticas que regem a matéria administrada, ou seja, o patrimônio.,
Fábio Besta, seguidor de Francesco Villa, superou o mestre em seus ensinamentos. Demonstrou o elemento fundamental da conta, o valor , e chegou, muito perto de definir o Patrimônio como objeto da Contabilidade, mas quem fez esta definição foi Vicenzo Mazi, em 1923.
A primeira transferência de uma propriedade foi escriturado por por um contador foi em 831, fazendo a transferência de uma propriedade. A introdução da técnica contábil nos negócios privados foi, porém, uma contribuição de comerciantes italianos do século XII. Os empréstimos a empresas comerciais e os investimentos em dinheiro determinaram o desenvolvimento de escritas especiais que refletissem os interesses dos credores e investidores e, ao mesmo tempo, fossem úteis aos comerciantes, em suas relações com os consumidores e os empregados.
O aumento de volume dos negócios registrado após a Revolução Industrial fez surgir a necessidade de exames contábeis das experiências financeiras das empresas, a qual, comumente, punha seus serviços profissionais à disposição de outras organizações. Foi, contudo, a Itália, com destaque para as cidades de Veneza, Gênova e Florença, que fez com que a contabilidade florescesse como disciplina adulta e completa. Estas cidades e outras da Europa fervilhavam de atividade mercantil, econômica e cultural. Foi nesse período que Frei Luca Pacioli escreveu um livro fazendo uma exposição completa do Método das Partidas
A contabilidade é a ciência que estuda e acompanha a constituição, a ciência do controle econômico, funcionamento e liquidação das empresas, seu objeto de estudo é o patrimônio, sob o qual se exerce a administração econômica, no sentido de sua permanência e produtividade, se apresenta sob inúmeros aspectos de estudos, tais como o cientifico, o técnico e o prático.


2.2 - ORIGEM DA PALAVRA CONTABILIDADE

O termo Contabilidade, hoje tão sólido e reconhecido em nosso idioma é muito antigo. A História registra palavras, cada uma em cada idioma, com o sua própria forma etimológica, mas, para nós, em português, o conceito sobre esse conhecimento específico parece ter proveniência de uso da expressão na península Ibérica há cerca de meio milênio.
Há muitos milênios atrás, quando se realizavam registros em argila, na Suméria, nasceu a própria escrita que daria origem ao registro de todas as expressões.
Foi a escrita contábil que gerou a escrita comum, segundo os mais famosos historiadores e especialistas , como Goody[1].
A Suméria era uma região rica, de comércio intenso, existindo, pois, profissionais que se dedicavam a escriturar os fatos comerciais e industriais, inclusive, segundo descobertas arqueológicas, possuindo escolas de escrituração contábil.[2]
Logicamente, não existiam as expressões Contador e nem Contabilidade, no sentido que hoje empregamos.
O mesmo ocorreu na Grécia e em Roma.
Tudo indica, entretanto, que se ligavam as expressões pertinentes ao fato de “registrar”.
O conhecimento de escriturar era uma especialidade respeitada e destacada nas sociedades antigas.
Na Suméria os contabilistas possuíam uma denominação específica e que no idioma deles se expressava por «Pa-dub-dar» para os Contadores, superiores e «dub-sar» para os escriturários ou técnicos em registros.
Os estudiosos de etimologia admitem que a expressão Contabilidade, em português, provem do francês «Comptabilité» .
Seria o termo, pois, um galicismo.
Sobre isto, entretanto, tenho profundas dúvidas e não disponho de provas convincentes históricas que possam alimentar essa tese.
As obras francesas dos primeiros anos do século XVII, não nos falam da expressão “Comptabilité”, mas da forma de manter livros.
O mais renomeado autor francês do século XVII, protegido de Colbert, Claude Irson, em sua obra de 1678 escolhe como titulo de seu livro : “Método de bem conduzir todas as sortes de contas em partida dobrada...”.
As denominações Contador, Contabilidade, não se acham em uso no idioma francês, tanto nos séculos XVII como XVIII, nos livros mais famosos de nossa (onde se empregava a expressão Guarda Livros como preferencial - «Teneur des livres»).
Pelos estudos e pesquisas que realizamos entendemos que as origens do termo Contabilidade e Contador, são de berço Ibérico.
Em 2 de Novembro, de 1437, e em 30 de Novembro de 1442, o Rei Dom João II, de Espanha, emite Ordenanças onde se lê as expressões : «Contadoria» e «Contadores».
O texto é muito claro : «Yo El Rey fago saber á vos los mis Contadores mayores......».
Tão distintos eram os conceitos de Contas e de Contadores, logo de Contabilidade também, que em 10 de julho de 1554, o Imperador Carlos, de Espanha, edita outra Ordenança, já adotando as expressões «Contadores de Contas» , «Contadoria Geral da Fazenda», «Contadores Principais» e «oficiais da Contadoria».
Tais termos consagrados na Espanha, com provas históricas desde 1437, não permitem dúvidas quanto ao seu uso e quando às derivações naturais que foram surgindo (uma das derivações, além das apresentadas, é a de Tribunal da Contadoria e que já surge no século XVI e se consubstancia em ordenança em 1602 e que também fala de três classes de Contadores).
Pelo emprego das palavras, pelas provas que possuímos em decorrência de nossas pesquisas, somos induzidos a crer que tudo parece contribuir para aceitar-se a origem da expressão Contabilidade como Ibérica, ou seja, na Espanha.
PROF. DR. ANTONIO LOPES DE SÁ



[1] Jack Goody - A lógica da escrita e a organização da sociedade, edições 70, Lisboa, 1986
[2] Federigo Melis - Storia della Ragioneria, edição Zuffi, Bolonha, 1950





2.3 - EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO MÉTODO CONTÁBIL

Segundo o Prof. Lopes de Sá, no seu livro de Introdução à Ciência da Contabilidade ( pg. 66 à 67 ).
O método, tal como hoje empregamos em Contabilidade, teve variações no Curso da História de nossa disciplina, sofrendo modificações.
Quando ainda na fase empírica, encontramos em Luca Pacioli o método dedutivo como o principal, bastando a análise da obra editada em 1494 para que cheguemos a tal conclusão.


2.4 - O BRASIL E A CONTABILIDADE

A contabilidade no Brasil, surgiu com as aulas que eram lecionadas na matéria de comércio da corte, na Escola de Comércio Álvares Penteado, primeira escola especializada no ensino da Contabilidade.
O Brasil sofreu influência da corrente italiana, até a antiga lei das Sociedade Anônimas, sem perder os traços de uma escola verdadeiramente Brasileira.
A partir de 1920, as firmas comerciais ou industriais, já tinham seus “guarda-livros”, geralmente um homem bem intencionado mas de pouca formação técnica, que aprendiam pela técnica.
O guarda-livros faziam toda a contabilidade da firma: escrituração, correspondências, contratos e destratos, preenchimento de cheques, pagamentos e recebimentos.
Com a resolução N° 220 e circular 179 do Banco Central, o Brasil sofreu inspiração norte americana, mas foi com a instalação do curso de Ciências Contábeis e Atuariais pela Faculdade da USP em 1946, que o Brasil ganhou seu primeiro núcleo efetivo, de pesquisa contábil nos modelos norte-americanos, com professores dedicando-se ao ensino, a pesquisa; produzindo trabalhos específicos de caráter científico, de grande importância para a contabilidade.
Pacioli era um matemático e geômetra, por índole; seu critério filosófico estribava-se nas máximas lógicas aristotélics e naquelas de Platão ( quanto às divinas proporções ).
A técnica contábil era ensinada nas escolas de Abaco, juntamente com a Aritmética e não era de estanhar-se que a eleição do método dedutivo fosse a preferida.
Estava ele preocupado, basicamente, nas “ formas de representação” de nossos fenômenos, embora não poupasse referências aso fatos patrimoniais.
Até Cerboni, nos fins do século passado, prevaleceram as deduções fundamentadas em “ princípios axiomáticos”.
Só com Fábio Besta, segundo Masi, a Contabilidade elegeu o método indutivo, pelas maiores conveniências que trazia à pesquisa.
Portanto, mesmo ao penetrar no campo científico, o método dedutivo era ainda o principal.
No mesmo prazo de tempo, em algumas partes do Mundo, notou-se também a “ ausência de método”, como ocorreu com diversos autores norte-americanos e ingleses e que tratavam a nossa disciplina apenas como algo “instrumental”.
Entre os critérios do século XV e os do século XX, em matéria de método, com relação à cultura anglo-saxônica, pouco progresso se fez.
A doutrina, todavia, desenvolvida na Itália, na França, na Espanha, em Portugal, na Argentina, no Brasil ( especialmente com Francisco D´Auria), teve riqueza metodológica apreciável e na atualidade vale-se, basicamente, do método indutivo ( embora não dispense, como vimos, os demais )
Como ciência experimental e social é que, a Contabilidade em muito se apoia nos critérios que a filosofia das ciências reserva a tais ramos do saber, mas, para que aqui chegássemos, centenas de anos contribuíram para a evolução do método contábil.
Não podemos dizer, todavia, que os critérios sejam idênticos, pois a Contabilidade teve sua própria evolução histórica e tem, também, suas próprias características.


CAPITULO III

3.1 – EPÓCA CIENTIFICA DA CONTABILIDADE

O primeiro livro com matéria cientifica foi produzido em 1840.
Já existia termos filosóficos sobre a contabilidade e as primeiras correntes de pensamentos ensaiavam sua iniciação.
Surgiram ESCOLAS de pensamento.
Dentre elas:


CONTISTA Que alegava que a matéria de que a Contabilidade tratava era a CONTA.
Para o Contismo, a Contabilidade era observada como Ciência das Contas, o ramo do conhecimento que tinha por objeto o estudo daquelas.



PERSONALISMO Que pendia para admitir a Contabilidade como um estudo valorimétrico de direitos e obrigações de pessoas.
O personalismo é um contismo que transforma a CONTA em uma PESSOA com DIREITOS e OBRIGAÇÕES.



CONTROLISMO Que admitia que a Contabilidade possuísse como objeto o “controle econômico”



AZIENDALISMO Que admitia a Contabilidade como um ramo de uma ciência das empresas e instituições ( aziendas, termo genérico a estas aplicadas )



PATRIMONIALISMO Que considera a Contabilidade como a ciência que estuda os fenômenos patrimoniais.





3.2 – ECOLA EUROPÉIA

Após o surgimento inicial do método contábil, na Itália, da disseminação da “escola Italiana” por toda Europa, surge no século XIX um período denominado de científico, chamado de “romântico”. A teoria avançou com relação às necessidades e às reais complexidades das sociedades. Foi nesta fase que donominou o cenário contábil na Itália nos primeiros vinte anos do século XX, surgiram também trabalhos de excepcional valor para a época.
Surgiu a “ La Ragioneria” escrito por Fábio Besta, a melhor obra de contabilidade escrita no momento.
Os italianos e alemães fizeram a Contabilidade ou quiseram dar-lhe, uma roupagem excessivamente vistosa, mas, assim mesmo, conseguiram, na época, vender ao mundo esta imagem. O enquadramento da Contabilidade como elemento fundamental da equação aziendalista teve mérito incontestável.
Entretanto, a escola européia, também teve seus defeitos, dentre eles: Falta de pesquisas indutiva sobre a qual efetuar generalizações mais eficazes, a preocupação demasiadamente com a demonstração de que a Contabilidade é ciência, uso exagerado das partidas dobradas e a falta da aplicação das teorias.



3.3 - ESCOLA NORTE AMERICANA

As escolas norte-americanas floresciam com o declínio das escolas européias, favorecidas não somente pelo apoio de uma ampla estrutura econômica e política mas também pela pesquisa e trabalho sério dos órgãos associativos. O surgimento do Americam Institut Of Certield Public Accountants, foi muito importante no desenvolvimento da Contabilidade e dos princípios contábeis.
A criação de grandes empresas, como multinacionais e transnacionais, que requeriam grandes capitais, de muitos acionistas, foi a primeira causa estabelecida das teorias e práticas contábeis, que permitiram corretas interpretações das informações, por qualquer acionista ou outro interessado, em qualquer parte do mundo.



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